Torres Vedras

Monumento aos Torrienses mortos na Guerra do Ultramar

01.03.2012

Monumento aos Torrienses mortos na Guerra do Ultramar

O Monumento aos Torrienses mortos na Guerra do Ultramar resultou do trabalho de uma comissão executiva criada para o efeito, no âmbito da Assembleia Municipal de Torres Vedras.

No monumento estão inscritos os nome de 53 torrienses mortos durante o período da Guerra Colonial e o conjunto escultórico é dominado pela figura de um soldado que transporta nos braços um camarada de armas inanimado.

Obra de José Núncio, executada em bronze fundido, assenta na ideia da necessidade pedagógica do culto da abnegação e da heroicidade, relembrando assim a vivência de uma guerra que, pelo peso que assumiu e elevado ónus que significou nos corpos e nas almas dos cidadãos, não pode nem deve ser ignorada, exigindo o respeito e o preceito de homenagem conducentes a honrar a memória dos que perderam a vida.

No monumento estão inscritos os nome de 53 torrienses mortos durante o período da Guerra Colonial e o conjunto escultórico é dominado pela figura de um soldado que transporta nos braços um camarada de armas inanimado.

Esta obra constitui uma homenagem da autarquia torriense à memória de todos os cidadãos do concelho que deram a sua vida ao serviço da Pátria, entre 1961 e 1974.

“O monumento não deve traduzir uma marca de saudosismo, mas constituir antes uma referência cultural para a sociedade atual, referência essa devidamente entrosada e sem rejeição dos valores de abril”.

Monumento aos Torrienses mortos na Guerra do Ultramar

 

Monumento aos Torrienses mortos na Guerra do Ultramar

  • Localização:  Praça da Liberdade | Torres Vedras
  • Data de inauguração: 8 de junho de 2002
  • Autoria: José Núncio (1938-2006)

José Núncio

  • Nascido em Lisboa a 14 de agosto de 1938, este militar de carreira inicia-se na escultura apenas em 1985, mas é somente em 1988, com a patente de coronel, que decide assumi-la como atividade profissional a tempo inteiro. Escultor autodidata, realizou, em Portugal e no estrangeiro, cerca de 300 exposições coletivas e 42 individuais.
  • Tem 34 obras públicas implantadas em Portugal, Macau e Austrália, constituídas por peças isoladas e grupos escultóricos e foi galardoado com vários primeiros prémios e medalhas de ouro.
  • Membro da Academia de Letras e Artes do Estoril.
  • Poeta e escritor, tem livros publicados nas modalidades da poesia e do conto.
  • Faleceu em Lisboa a 21 de outubro de 2006.
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