Um brinde entre Alenquer e Torres Vedras
Desde longa data, o vinho une os homens, assim como os povos. Uma verdade a propósito da recente eleição da “Cidade Europeia do Vinho em 2018” atribuída a Alenquer e a Torres Vedras. (...)
Os textos da rubrica "Identidade" são publicados trimestralmente na revista municipal Torres Vedras. Estes artigos abordam a história de Torres Vedras, passando por nomes de localidades ou ruas, personalidades, locais ou momentos que tenham marcado o passado do Concelho, dentro ou fora de portas.
Desde longa data, o vinho une os homens, assim como os povos. Uma verdade a propósito da recente eleição da “Cidade Europeia do Vinho em 2018” atribuída a Alenquer e a Torres Vedras. (...)
Uma das definições da história foi-nos legada pelo historiador francês Marc Bloch (1886-1944), que a definiu como “a ciência dos homens no tempo”. Se assim é, como cremos, ao invés do que temos trazido, dedicamos estas duas páginas da rubrica ‘Identidade’ a um desses homens – Aberto Avelino. (...)
Desde os tempos medievais, um dos mais graves problemas sociais que atingiam as crianças era o seu frequente abandono, sobretudo nos casos de uma total rutura no relacionamento entre pais e filhos, efetuada através da exposição em espaço público. (...)
Em 1930, um grupo de torrienses construiu um primeiro aeródromo no concelho de Torres Vedras, na quinta do Alfaiate, numa propriedade de José Augusto Mendes. (...)
Próximo de Paris, em Nanterre, cidade tradicionalmente apelidada de feudo ‘esquerdista’, iniciara-se um movimento de contestação à então sociedade de consumo, ao ensino tradicional e à insuficiência de saídas profissionais. (...)
A festa é sempre momento de passagem, razão por que a lembramos aqui, e particularmente a festa judaico-cristã da Páscoa, que significa precisamente ‘passagem’, de um acontecimento do passado, mas também de um acontecimento presente que se renova. (...)
José de Cornide era natural da Corunha, descendente de uma família da nobreza rural galega. Foi um autodidata, tendo bebido das leituras e das investigações pessoais, das observações e das viagens de estudo, assim como dos seus contactos pessoais. (...)
Entrando nas vielas da urbe torriense pela atual rua Cândido dos Reis e, ladeando o Chafariz dos Canos, imagine o viajante como seriam as ruas medievais – da Corredoura, dos Canos e do Paço, que levariam os homens de então do exterior da vila à alcáçova. (...)
Os diferentes planos rodoviários alteraram a fisionomia do país, incrementando o tráfego de passageiros e mercadorias e promovendo o escoamento de produtos agrícolas e industriais das regiões. As Estradas Nacionais de 1.ª classe estabeleciam ligações entre os centros urbanos mais importantes. (...)
Desde cedo, a jovem República, implantada em 5 de outubro de 1910, dera sinais de instabilidade e de degradação das instituições, que se agravariam, depois do final da I Guerra Mundial. Entre os militares, aumentava a indisciplina e sucediam-se as sublevações na procura de repor a estabilidade. (...)
Em 711, populações recentemente islamizadas e arabizadas, na sua maioria berberes, oriundas do norte de África, atravessaram o estreito de Gibraltar, invadindo a Península Ibérica. (...)
D. João I começa a pensar em desígnios maiores como a tão desejada expedição, que se concretizaria em 21 de Agosto de 1415, na conquista da praça muçulmana de Ceuta. (...)